(Source: kotvy)


"Há uma distância enorme entre eu e as pessoas. Eu estou chegando de experiências que elas não tiveram. É difícil, difícil. Como começar tudo de novo. Até reencontrar os pontos de contato, leva tempo. Entre eu e as pessoas. Entre eu e a terra. Entre mim e eu."

-Caio Fernando Abreu  (via desentorte-me)

(Source: almostepiphanies)



   Não, eu não dependo de você nem para andar e nem para ser feliz, mas como seria bom andar e ser feliz ao seu lado. 
              Tati Bernardi

   Não, eu não dependo de você nem para andar e nem para ser feliz, mas como seria bom andar e ser feliz ao seu lado. 

              Tati Bernardi


(Source: lisonjear)


minhasaudadeporvoce:


Quando decidi por seguir meus sonhos e partir não tinha a mínima noção de que a falta que me faz é maior que todos esses sonhos, maior que toda a distância. E não odeio essa falta, é dela que tenho me alimentado.

; minhasaudadeporvoce

minhasaudadeporvoce:

Quando decidi por seguir meus sonhos e partir não tinha a mínima noção de que a falta que me faz é maior que todos esses sonhos, maior que toda a distância. E não odeio essa falta, é dela que tenho me alimentado.

; minhasaudadeporvoce



todagarotaprecisadeumotario:

Espero que tudo dê certo para ti, que teus planos - mesmo que não me envolvam - saiam como tu sempre esperastes. Que teu coração que costumava ser tão mole, e agora é tão duro, volte a bater… e que ela seja a certa para ti. Espero que ela seja capaz de gostar de ti, como eu gosto. Espero que ela ame teu sorriso, tuas manias estranhas e exageradas, tua falta de humor, e teu mal humor matinal. Espero que ela te faça sorrir, que ela saiba contar piadas - sem ser as sem graça que eu tanto insisto em contar -, e é claro que teu sangue pulse quente e feliz cada vez que ela disser que te ama. Espero que tu não demores demais à notá-la e que arranje um pouco de coragem em teus ossos. Espero que o amor de vocês seja como um conto de fadas, um filme romântico, que não tenha um final. Eu queria lhe pedir que não me esquecesse, ou que pelo menos tentasse realçar alguma de minhas qualidades em tua memória. Eu queria que tu entendestes que me torna invisível, pequena, frágil… Que me tira a coragem, as palavras, que faz meu coração parar de pulsar […] e que me machucas na mesma intensidade. Engraçado, essa coisa chamada amor não? Na mesma intensidade que te cura, te machuca novamente. Deixe-me te contar um segredo, meu amor. Eu ainda acredito em nós, ainda acho que és minha brisa de verão no solstício de inverno. Achei que na primavera desabrocharíamos junto com as flores, mas morremos neste frio intenso de tua alma, estamos presos, perdidos no meio do que poderia um dia ter sido nós. Até a primavera teremos perdido tudo, inclusive nós mesmos, meu amor.  Incrível, como a vida segue em frente, como os sentimentos são parecidos com café, uma hora quentes, prontos para beber e outrora frios, desgostosos para a maioria. Engraçado que haja pessoas que gostem do fim, engraçado como suportam bem perder alguém. Acho que sou diferente sabe amor? Nunca consegui entender muito bem por que uma hora parece tão certo, e de repente está tudo do avesso - e o avesso desta vez não foi o lado certo. Começo a rezar para os dias se tornarem curtos, suportáveis. Para os minutos não se arrastarem tão lentamente, e para que os ventos não tragam teu cheiro agridoce, e tua voz indefinível ao pé de meu ouvido. Rezo para não sonhar mais conosco, ou com esta utopia, onde coexistimos. Tu nunca saberás o desalento que passo nestas noites frias… Afinal que diferença faz? Minha vida se tornou desespero, negligência, furtos de amores, e tudo isto somente para poder preencher estes buracos que me fazes? Ah, mas que diferença faz eu dizer que vou embora mais uma vez, se nós sabemos muito bem que eu vou voltar a ficar de joelhos te pedindo perdão? Do que adianta me calar, se nem minhas palavras escutas? Tolice minha esperar que entendas meu silêncio, minha ausência. Tolice minha me entregar assim, para teu primeiro sorriso, tua primeira simpatia. Tolice minha ficar sentada, escrevendo neste caderno uma história fictícia sobre nós dois, almejando o que é claramente impossível. Tentaria, se fosse possível, encontrar alguém como você. O problema meu amor, é que teus sentimentos e trejeitos desajeitados são únicos, especiais. O problema é que achar dois do mesmo é mais impossível do que deixarmos de ser eu e você, para nos transformarmos em      ’nós’, entende? Não há algo faltando? Eu sou assim tão insignificante para ti? E se eu sumisse, tu sentirias minha falta, ou melhor alguém sentiria? Ah, por favor me perdoe por partir, por ir assim, é que cheguei ao meu limite, e meu amor, nós sabemos que eu já havia chegado há muito tempo, mas sempre aguentava, um pouco mais…  E eu me vou, sabendo que nunca signifiquei nada para ti, que sempre estive na tua lista de pessoas que não te importam, que não te dizem respeito. E se um dia te perguntares, eu ainda estou presa naquele dia em que deitei minha cabeça suavemente em teus ombros e cochilei, tranquilamente, afinal tu estavas ali, nada poderia me machucar, nenhuma palavra poderia tirar a felicidade de meu coração, além de ‘adeus’. E ah, você disse adeus meu amor, você disse que já retornava e mal sabias tu, que levavas meu coração nas tuas mãos. Ah! Mal sabia eu que nunca mais poderia ser a mesma depois daquela noite. Queres ouvir outro segredo? Se me pedisses, se me dissesses que sentiria minha falta - até demais -, eu ficaria. Eu desfazia estas malas imaginárias e te abraçava, tão forte… Acho que não seria capaz de te largar, de te deixar ir mais uma vez. Sabe, já ouvi por aí que sou complicada, confusa, mas me desse mais um adjetivo, aquele que tanto te irrita, te deixa tão ressentido comigo, tu dissestes: - Ela é inconstante, não sabe o que quer! Sei bem o que quero, meu amor, tu. Mas sei também que odeias minha parte romancista, poeta, que achas clichê, impossível demais de se acreditar. Sei que preferes não esperar mais nada, de ninguém, para não se decepcionar, mas por favor espera nem que seja o mínimo de mim, eu posso te surpreender. Nunca se sabe, não é mesmo? Ah me explica, quando deixarei de ser tão tola? Quando pararei de te querer deste jeito cego e idiota? Quando pararei de tentar te provar que sou certa, pelo menos para ti? Quando perceberei o quanto é inútil gastar palavras tão belas e cheias, intensas até, com alguém que permanece agora, vazio? Ah que diferença faz para ti certo? Sei que sempre soo repetitiva, mas é porque estou mesmo me repetindo. Sei que sou patética, não precisas me dizer isto, nem mesmo pensar em me dizer. Mas meu amor, um dia em que tua mente estiver vagando, sem nada para pensar, pensa em mim, no nós que não existiu. Me liga, arromba a porta da minha casa, por mais que eu te mande embora a vassouradas, meus olhos ainda brilharão somente por ter a certeza de que lembrastes de mim. E claro, após eu fechar a porta, desligar o telefone, desaparecer de tua memória, fique mais um pouco, quando é relativo à ti, eu sempre volto atrás, sempre fico um pouco mais. Sempre espero demais. Talvez este seja nosso, ou melhor dizendo, meu problema afinal. Espero demais de ti, que nada pode me dar. Quero demais um homem, quando és somente um menino. Tento fazer com que escrevas a caneta, quando tens medo de errar, de ser irreversível e preferes teu lápis e tua borracha. Sabe, ainda sou uma pequena larva em meu casulo, sonhando com o dia que virarei borboleta e poderei voar para longe de teus braços, porém enquanto isto não acontece, eu permaneço aqui, escrevendo coisas que começam com ‘adeus’ e continuam a terminar com ‘ah quem sabe, mais uma vez, quem sabe algo muda..’. Afinal, quem sabe dizer adeus e aceitar o fim de algo tão belo, que nunca chegou a começar, assim tão facilmente? Certamente, não sou este tipo de alguém, meu amor. Camila Reis

todagarotaprecisadeumotario:

Espero que tudo dê certo para ti, que teus planos - mesmo que não me envolvam - saiam como tu sempre esperastes. Que teu coração que costumava ser tão mole, e agora é tão duro, volte a bater… e que ela seja a certa para ti. Espero que ela seja capaz de gostar de ti, como eu gosto. Espero que ela ame teu sorriso, tuas manias estranhas e exageradas, tua falta de humor, e teu mal humor matinal. Espero que ela te faça sorrir, que ela saiba contar piadas - sem ser as sem graça que eu tanto insisto em contar -, e é claro que teu sangue pulse quente e feliz cada vez que ela disser que te ama. Espero que tu não demores demais à notá-la e que arranje um pouco de coragem em teus ossos. Espero que o amor de vocês seja como um conto de fadas, um filme romântico, que não tenha um final. Eu queria lhe pedir que não me esquecesse, ou que pelo menos tentasse realçar alguma de minhas qualidades em tua memória. Eu queria que tu entendestes que me torna invisível, pequena, frágil… Que me tira a coragem, as palavras, que faz meu coração parar de pulsar […] e que me machucas na mesma intensidade. Engraçado, essa coisa chamada amor não? Na mesma intensidade que te cura, te machuca novamente. Deixe-me te contar um segredo, meu amor. Eu ainda acredito em nós, ainda acho que és minha brisa de verão no solstício de inverno. Achei que na primavera desabrocharíamos junto com as flores, mas morremos neste frio intenso de tua alma, estamos presos, perdidos no meio do que poderia um dia ter sido nós. Até a primavera teremos perdido tudo, inclusive nós mesmos, meu amor.  Incrível, como a vida segue em frente, como os sentimentos são parecidos com café, uma hora quentes, prontos para beber e outrora frios, desgostosos para a maioria. Engraçado que haja pessoas que gostem do fim, engraçado como suportam bem perder alguém. Acho que sou diferente sabe amor? Nunca consegui entender muito bem por que uma hora parece tão certo, e de repente está tudo do avesso - e o avesso desta vez não foi o lado certo. Começo a rezar para os dias se tornarem curtos, suportáveis. Para os minutos não se arrastarem tão lentamente, e para que os ventos não tragam teu cheiro agridoce, e tua voz indefinível ao pé de meu ouvido. Rezo para não sonhar mais conosco, ou com esta utopia, onde coexistimos. Tu nunca saberás o desalento que passo nestas noites frias… Afinal que diferença faz? Minha vida se tornou desespero, negligência, furtos de amores, e tudo isto somente para poder preencher estes buracos que me fazes? Ah, mas que diferença faz eu dizer que vou embora mais uma vez, se nós sabemos muito bem que eu vou voltar a ficar de joelhos te pedindo perdão? Do que adianta me calar, se nem minhas palavras escutas? Tolice minha esperar que entendas meu silêncio, minha ausência. Tolice minha me entregar assim, para teu primeiro sorriso, tua primeira simpatia. Tolice minha ficar sentada, escrevendo neste caderno uma história fictícia sobre nós dois, almejando o que é claramente impossível. Tentaria, se fosse possível, encontrar alguém como você. O problema meu amor, é que teus sentimentos e trejeitos desajeitados são únicos, especiais. O problema é que achar dois do mesmo é mais impossível do que deixarmos de ser eu e você, para nos transformarmos em      ’nós’, entende? Não há algo faltando? Eu sou assim tão insignificante para ti? E se eu sumisse, tu sentirias minha falta, ou melhor alguém sentiria? Ah, por favor me perdoe por partir, por ir assim, é que cheguei ao meu limite, e meu amor, nós sabemos que eu já havia chegado há muito tempo, mas sempre aguentava, um pouco mais…  E eu me vou, sabendo que nunca signifiquei nada para ti, que sempre estive na tua lista de pessoas que não te importam, que não te dizem respeito. E se um dia te perguntares, eu ainda estou presa naquele dia em que deitei minha cabeça suavemente em teus ombros e cochilei, tranquilamente, afinal tu estavas ali, nada poderia me machucar, nenhuma palavra poderia tirar a felicidade de meu coração, além de ‘adeus’. E ah, você disse adeus meu amor, você disse que já retornava e mal sabias tu, que levavas meu coração nas tuas mãos. Ah! Mal sabia eu que nunca mais poderia ser a mesma depois daquela noite. Queres ouvir outro segredo? Se me pedisses, se me dissesses que sentiria minha falta - até demais -, eu ficaria. Eu desfazia estas malas imaginárias e te abraçava, tão forte… Acho que não seria capaz de te largar, de te deixar ir mais uma vez. Sabe, já ouvi por aí que sou complicada, confusa, mas me desse mais um adjetivo, aquele que tanto te irrita, te deixa tão ressentido comigo, tu dissestes: - Ela é inconstante, não sabe o que quer! Sei bem o que quero, meu amor, tu. Mas sei também que odeias minha parte romancista, poeta, que achas clichê, impossível demais de se acreditar. Sei que preferes não esperar mais nada, de ninguém, para não se decepcionar, mas por favor espera nem que seja o mínimo de mim, eu posso te surpreender. Nunca se sabe, não é mesmo? Ah me explica, quando deixarei de ser tão tola? Quando pararei de te querer deste jeito cego e idiota? Quando pararei de tentar te provar que sou certa, pelo menos para ti? Quando perceberei o quanto é inútil gastar palavras tão belas e cheias, intensas até, com alguém que permanece agora, vazio? Ah que diferença faz para ti certo? Sei que sempre soo repetitiva, mas é porque estou mesmo me repetindo. Sei que sou patética, não precisas me dizer isto, nem mesmo pensar em me dizer. Mas meu amor, um dia em que tua mente estiver vagando, sem nada para pensar, pensa em mim, no nós que não existiu. Me liga, arromba a porta da minha casa, por mais que eu te mande embora a vassouradas, meus olhos ainda brilharão somente por ter a certeza de que lembrastes de mim. E claro, após eu fechar a porta, desligar o telefone, desaparecer de tua memória, fique mais um pouco, quando é relativo à ti, eu sempre volto atrás, sempre fico um pouco mais. Sempre espero demais. Talvez este seja nosso, ou melhor dizendo, meu problema afinal. Espero demais de ti, que nada pode me dar. Quero demais um homem, quando és somente um menino. Tento fazer com que escrevas a caneta, quando tens medo de errar, de ser irreversível e preferes teu lápis e tua borracha. Sabe, ainda sou uma pequena larva em meu casulo, sonhando com o dia que virarei borboleta e poderei voar para longe de teus braços, porém enquanto isto não acontece, eu permaneço aqui, escrevendo coisas que começam com ‘adeus’ e continuam a terminar com ‘ah quem sabe, mais uma vez, quem sabe algo muda..’. Afinal, quem sabe dizer adeus e aceitar o fim de algo tão belo, que nunca chegou a começar, assim tão facilmente? Certamente, não sou este tipo de alguém, meu amor. Camila Reis

(Source: skinnysoulmate)


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“Eu te amo. Mesmo negando. Mesmo deixando você ir. Mesmo não te pedindo pra ficar. Mesmo não olhando mais nos teus olhos.” Caio Fernando Abreu

“Eu te amo. Mesmo negando. Mesmo deixando você ir. Mesmo não te pedindo pra ficar. Mesmo não olhando mais nos teus olhos.” Caio Fernando Abreu



THEME BY: ©HELOÍSA TEIXEIRA
BASE BY: ©YAM16